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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Câmara em Foco II.

Irei comentar sobre o Projeto 004/2015.
Trata-se do Projeto de autoria do vereador Roxinho, que visa acabar com o limite de 20 diárias/ano para cada vereador.
A origem: a mais de 60 dias, fui procurado pelo presidente da câmara que perguntou-me sobre a possibilidade de reservar uma ou duas páginas em meu Informativo para divulgação dos Atos dos vereadores, e que o custo seria rateado. 
Agradeci a lembrança mas disse não, pois, por diversos motivos não daria certo. Mas, orientei o Presidente que (embora o Contador pensasse diferente) não havia impedimento Legal para que a Câmara criasse seu próprio informativo, então, me perguntaram qual seria meu custo para assumir a Comunicação virtual e impressa da Câmara. Depois de algumas conversas, o consenso foi que eu seria contratado como assessor parlamentar, e, dentre os nove vereadores, apoiavam a ideia todos da mesa diretora e mais um, ou seja, SEIS votos, ocorre que houve ressalvas do Cido e, na ida à Curitiba, os vereadores Roxinho e Dametto eram contra, MAS, sempre tem o MAS, tiveram a brilhante ideia de me colocar como "moeda de troca", ou seja, apoiariam, MAS, queriam que liberassem o limite de uso de diárias. (Eis o Projeto 004/2014).
Quem me conhece sabe que, se quando entrar, SE PRECISO, meto o pé na porta, MAS, há locais que só entro se a porta estiver aberta e com cartaz de "seja bem-vindo".
Já tenho 60 anos de idade, conheço 4 continentes, 21 países fora a America do Sul, o Brasil do Iapoque ao Chuí, ou seja, minha fase da vida de "viver de ilusão" já passou, que me submeteria a baixaria e negociatas desta natureza, quem pensa assim precisa me conhecer melhor.
Seria uma boa remuneração? sim, Pode estar me fazendo falta? sim, MAS, (paciência aos meus credores), mas, tem preço que é impossível pagar.
E faço um alerta a comunidade barbosense, o Projeto foi lido e, embora tenha um Requerimento do autor pedindo a retirada de pauta, isto SÓ ocorrerá se a maioria concordar, do contrário será votado, e, SE não houver manifestação da sociedade, poderá ser aprovado. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Câmara em Foco.

Em artigo anterior escrevi sobre "responsabilidade" do eleitor na escolha de seus candidatos, mas o tema serve para a Câmara de vereadores, pois, embora ELES não exerçam, possuem o PODER de fazer e aprovar as Leis que regem nosso município, via Poder Executivo.
O que é feito, SE bom ou ruim, foi aprovado pela Câmara de vereadores.
Escrevo isto porque eleger uma pessoa sem conhecimento das responsabilidades de um vereador, sem personalidade para tomar a decisão correta, leva-nos a situações que já conhecemos, ou seja, um Legislativo submisso, onde prevalece a vontade do Executivo, e neste momento, o Legislativo está fugindo de suas responsabilidades. deixando a comunidade a própria sorte.
Nesta semana minha foco será o Poder Legislativo, vamos falar das diárias, das omissões de vereadores, de servidor que viaja recebendo diárias e ainda paga o hotel com dinheiro da Câmara, que publica Portaria solicitando três diárias, nos dias de quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, emite e saca o cheque, mesmo sabendo que só poderá viajar na quinta e sexta-feira, pois, conforme este mesmo servidor publicou em edital, na quarta-feira, faria como fez, prestação de contas no plenário. 
Ah! e não devolveu nas 48hs seguintes, mas, demorou uns dez dias, após ser "lembrado" pelo Presidente. Mas, isto é como se diz o ditado popular, "é café pequeno", a situação foi sanada, só citei para que a pessoa saiba que sei (e agora toda Barbosa) a pare de se achar (+ que os outros).

Julho, Que Acabe Logo.

Nunca gostei do mês de agosto, em Barbosa, ele sempre foi marcado (na minha concepção) de fatos desagradáveis, e nunca um só.
Mas, este ano o mês das tragédias está sendo julho.
No meu caso, foi no dia 22/07 que soube que um de meus melhores amigo, Dr. Dario Nogueira de Campos, havia morrido em Maringá, morte que deixou uma vazio, uma lacuna que jamais será preenchida.
Advogado, Contador, PhD em Direito, na minha juventude, quando deparávamos com uma pessoa muito culta e inteligente, ( ex: Professor Aroldo), dizíamos que ela era uma "enciclopédia ambulante", bem, no caso do Dr. Nogueira, ele era a própria biblioteca.
Se não bastasse, veio a tragédia da morte do jovem Leandro Amorim, e, nas minhas noites de pouco sono, penso onde a Cleuza e o Dezinho encontraram força para suportar?
E, se não bastasse, meu amigo João "do Taxi", perde o pai da forma que perdeu.
Então, digo, vá Julho, vá e não volte, pois não deixou saudade.

PSDB= Por que Perdem as Eleições.

 Haddad:  Quem não tem projeto usa a irracionalidade para interditar o debate’


Para prefeito de São Paulo, artificialismo do noticiário interessa ao conservadorismo. E manter a irracionalidade na discussão  sobre políticas públicas serve para desviar atenção do projeto de cidade
Fernando Haddad
"Eles não poderiam perder uma eleição com o poder econômico e político e midiático que têm. Perdem porque são ruins. Aécio é visto como  figura patética"
São Paulo – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, não tem ilusões de  que o ambiente das eleições municipais, no próximo ano, privilegie o debate de ideias sobre projetos de ampliação do exercício da cidadania. “O que vai acontecer em São Paulo no ano que vem, e de uma maneira geral, nas grandes cidades, tem a ver com a questão nacional”, acredita. Em conversa com jornalistas na semana passada, o prefeito disse acreditar que o campo conservador não tem qualidade para vencer o debate e tentará colher, nas próximas eleições, os frutos de ter desviado o debate para o que chama de “subterrâneos” da política.
“O que vivemos hoje começou a germinar há pelo menos dez anos. Desde a reeleição do Lula se cultiva um sentimento no subterrâneo da sociedade, contraditório com  os índices de aprovação das próprias pesquisas. A popularidade do Lula não parava de subir, chegando a mais de 80%, o ruim e péssimo do Lula chegaram a 4%. Nem assim se dava de barato que a Dilma seria eleita. Como é que com 83% de aprovação ainda se podia ter dúvidas sobre a vitória?”, questiona, observando que o conservadorismo, na ocasião “sem chance campo socioeconômico”, impôs-se no campo do moralismo, do comportamento, da cultura. O prefeito admite que a situação econômica hoje já não é tão favorável, pelo fato de o governo ter cometido erros de diagnóstico – “temos que calibrar (o ajuste) para antecipar a retomada do crescimento”.
Mas ainda vê muito espaço para o debate de ideias e projetos, algo que falta  no espectro oposicionista. “Os adversários estão errando a mão, com faziam há dez anos. Batiam todo santo dia no Bolsa Família. Você não ia conseguir nunca para o Bolsa Família, nem com R$ 1 bilhão de publicidade, o que conseguiu com o Jornal Nacional,por vias tortas”, ironizou. Para Haddad, não resta à esquerda opção que não seja conduzir o debate para o campo do projeto: “Eles não poderiam perder uma eleição nunca com o poder econômico e político e midiático concentrado do jeito que é. Perdem porque são ruins. Observe o que estão fazendo no Plano Nacional, o Aécio é visto hoje por muita gente boa como patético”.
Leia a seguir alguns dos trechos das intervenções do prefeito.

‘Em 2012 não fugimos da discussão ética. E não vamos fugir  em 2016’

“Ainda existe espaço de autonomia no debate de questões locais. Em 2012, fizeram coincidir o julgamento do mensalão durante os 45 dias do programa eleitoral gratuito na TV. Às vésperas do primeiro turno, o Jornal Nacional levou um especial que durou uns 18 minutos para praticamente proferir a sentença de um julgamento que não  havia ocorrido ainda. Mesmo com tudo isso, conseguimos travar um debate na cidade, que passou também pela ética. Não fugimos disso, como não vamos fugir ano que vem. E o fato é que tivemos êxito.
“As pessoas costumam dizer que São Paulo é uma cidade conservadora e eu sempre respondo: é uma cidade onde atuam forças conservadoras. Nunca dou de barato que a cidade é conservadora, mesmo porque a gente ganha, às vezes. Isso significa que tem espaço para o jogo aqui. O que nós estamos vivendo hoje, na verdade começou  a germinar há pelo menos dez anos. Desde a reeleição do Lula se cultiva um sentimento no subterrâneo da sociedade, inclusive contraditório com os índices de aprovação das próprias pesquisas. A popularidade do Lula não parava de subir, chegando a mais de 80%, o ruim e péssimo do Lula chegaram a 4%. Nem assim se dava de barato que a Dilma seria eleita, por exemplo. As chances eram boas, mas como é com 83% de aprovação ainda se podia ter dúvidas sobre a vitória?
“A gente sabia que no subterrâneo da sociedade se travava outro tipo de disputa. Como naquela ocasião o debate socioeconômico estava vencido, a vitória estava dada  no campo progressista, começaram a impor uma posição no campo do comportamento, da cultura, e não é por outra razão que eles fizeram várias tentativas de criar uma animosidade sobre temas caros à esquerda. Perderam – mas tentaram.
“Por exemplo, a questão da transferência de renda, a primeira tentativa foi tentar dizer que os pobres iam acabar se acomodando, que era um paternalismo, clientelismo. Quando na verdade era um programa anticlientelista, por  ser universal, de superação da extrema pobreza no país, hoje vitrine no mundo inteiro. Mas houve uma tentativa da direita de desconstituir o Bolsa Família, tentando fazer com que a maioria da população não beneficiada se voltasse contra os beneficiários.”

‘O Serra se aliou às trevas e ao submundo’

“Outra tentativa deles foi dizer que a meritocracia estava sendo colocada de lado... Aqui em São Paulo, a primeira atitude minha foi cravar cotas raciais – não é nem social, era racial, para negros no serviço público. Não tinha um procurador negro. No  último concurso, de 70, 14 entraram. E estamos melhor do que estávamos. Em 2010, a discussão do aborto, que queira ou não queira é debate sobre gênero – também tentaram entrar nessa. Em 2012, veio a questão LGBT. Usaram o fato de eu ter sido ministro da Educação para vir com aquela história de kit gay, coisa absurda, o que foi derrotado depois, quando se mostrou que os materiais eram muito semelhantes aos já distribuídos pelo governo do estado. Eles foram pra cima, e se nós tivéssemos recuado, como a Marina fez em 2014, eu não sei o que teria acontecido.
“Se eu tivesse piscado, quando o Malafaia veio a convite do Serra para São Paulo, e ele disse que ia “me destruir”, se eu tivesse reagido ali com um “olha, vamos conversar?, vou sentar com o Malafaia para me explicar...” Eu falei simplesmente que o  Serra estava se aliando às trevas, e que o submundo da política não vai ditar as normas aqui em São Paulo. Saiu em todo lugar que eu chamei o Serra de submundo, de trevas. Dentro do PT teve quem disse ‘pô, você está louco, falando mal de pastor?’
“Então, não teve tema em que esses caras não tentaram colocar as camadas  da sociedade umas contra as outras. Eles não tiveram êxito eleitoral, mas houve impacto. Essa ação de dez anos cultivando a intolerância tem efeito sobre a sociedade. Como disse o Umberto Eco, a internet é dar um microfone na mão de todo mundo, inclusive na dos idiotas também. O que acaba acontecendo com isso é que se você conversar hoje com uma parte da juventude, ela está contaminada com o discurso de intolerância. E mesmo nas camadas ascendentes que deveriam ser protagonistas de um avanço maior no ponto de vista civilizatória, muitos estão reféns deste discurso de intolerância.”

‘Problema não é fiscal, é monetário.
Juro de 14% ao ano é insustentável’

“Meu pai dizia ‘não se mata uma vaca que não deu leite em um ano’, e aqui em um ano eles vêm e passam a faca. Não estou dizendo que o governo não  errou. Houve problemas de diagnóstico, e algumas medidas que foram tomadas agravaram – na boa intenção de mitigar. Houve uma série de políticas anticíclicas que não surtiram efeito. O problema da política atual nem é a política fiscal. Na verdade, criamos um buraco fiscal que momentaneamente precisa ser observado. Mas a política monetária atual, esta sim, pode comprometer não só o crescimento como o próprio ajuste fiscal, do qual dependemos para retomar o crescimento. É completamente insustentável taxa de juros em 14% ao ano, nas condições dadas de retração do PIB, do desemprego em 8%, inflação perto de 10%.
“Então, estamos vivendo um momento em que houve um trabalho no campo  do comportamento, da cultura, durante dez anos, que já está tendo algum êxito. Você tem uma parte de população que já nem vota. E um governo tinha 85% de aprovação em 2010 e ganhamos de 55% a 45%. Não tem moleza. Daí hoje vem a crise econômica e junto toda uma operação jurídico midiática em torno da questão da Petrobras, você tem todos os ingredientes de uma crise institucional. Essa que é a verdade. O governo tem de ter um pé de apoio.
“Neste contexto, o que podemos fazer? Executar nossa visão de  cidade. Educação, moradia, mobilidade, tudo. Não estou querendo aqui condescendência, mas não é fácil ser prefeito convivendo com zero porcento de crescimento. Em todo o meu mandato, a economia do país terá crescido zero, e a paulistana terá decrescido. Eu não conheço um governante que tenha vivido esta situação: zero de crescimento durante quatro anos, R$ 2,3 bi de perda de arrecadação de tarifa, R$ 1 bi de IPTU e R$ 1,5 bi de pagamento de precatórios a mais do que se pagava – isso em três anos, com precatórios ainda não sei o que vai ser da minha vida ano que vem. Depende de decisão do Supremo e do Congresso."

Em dois anos recebemos R$ 400 milhões do PAC; o Rio, em um ano, teve o dobro’

“O milagroso dessa história toda é que no ano passado nós batemos o recorde de investimentos. E o que nós fizemos foi atuar sobre o custeio como nunca se  atuou. Cada contrato dessa prefeitura foi revisto, começando pelos maiores. Teve contrato que nós tiramos 25% do valor sem mexer na quantidade, só mexendo no preço. Então foi se criando um espaço de atuação junto à dívida ativa, uma série de procedimentos, que nos deu sustentabilidade, apesar dessa conjuntura. Não estou recebendo apoio federal, desde que tomei posse. Em dois anos de gestão entregaram R$ 400 milhões do PAC – e só ano passado o Rio de Janeiro levou R$ 800 milhões. A renda da situação da dívida foi deixada para o ultimo ano. Fiquei três anos pagando. Conseguimos (rever toda a dívida), mas para as próximas administrações; para o meu atual governo, se tiver, vai ser para o ano que vem. Muito em cima da eleição.
“E mesmo assim por que eu acho que ainda somos competitivos, dentro  deste contexto? Porque em São Paulo está se discutindo política pública. Ninguém está discutindo se sou honesto ou não. Está se discutindo a mais avançada política pública possível em uma cidade. Tem feito muito sucesso na periferia você levar universidade pública para os CEUs, Para um sujeito que mora na periferia a USP não existe, é um sonho irrealizável. Mas se você fala que no CEU ali e tem uma vaga pública, começa a aproximar o jovem de periferia.
“Na questão da mobilidade estamos no terceiro ano de mudanças. Primeiro ano, foi pau nas faixas de ônibus. Só parou com ciclovia. Esqueceram a faixa de ônibus, e pau  na ciclovia. Largaram a ciclovia agora, e pau na questão da redução da velocidade. Então, as duas primeiras já vencemos, consolidou. E essa ultima ainda vamos vencer, porque o resultado é muito importante. Li numa reportagem do Le Monde que a redução da velocidade em Paris, de 80 (km/h) para 70, aumentou em 18% a velocidade média dos carros. Os prefeitos de Londres e de Paris estão sabendo o que está acontecendo aqui em São Paulo. Quando eu falei que a OAB ia entrar com uma ação contra a redução, me perguntaram: ‘Como assim? A Ordem dos Advogados vai entrar com uma ação contra a prefeitura?’ Os dois me disseram: ‘Olha, no caso do ônibus e ciclovias, o retorno é muito de médio e longo prazo, mas na redução em dois, três meses vai ter o que apresentar. Segura firme que vai passar’.
“Na campanha dará tempo de mostrar que isso vai salvar vidas e melhorar a fluidez no trânsito, porque hoje ninguém quer saber. Você tem  Bandeirantes, Jovem Pan, Estadão batendo... Não querem nem saber. O jornal que elogiou o Kassab quando reduziu a velocidade na Avenida 23 de Maio é o mesmo que critica a redução nas marginais. Na 23 de Maio já melhorou a situação. Mas ninguém quer saber. A irracionalidade que hoje tem uma dose forte de artificialismo interessa à política conservadora. Manter o quadro de irracionalidade. De interdição do debate sobre políticas públicas. Tudo isso desvia a atenção do que está em jogo.”

No combate à corrupção, não tem governo  que tenha feito mais’

“Numericamente, estamos entrando em todas as áreas da prefeitura, subprefeituras, secretarias, passando pente fino em tudo. Contrato por contrato, servidor por servidor, toda a evolução patrimonial, inclusive dos gestores políticos, tudo é  conferido e acompanhado. Não tem um debate que não podemos ganhar. Mas vai ser a eleição mais difícil do mundo. É mais fácil estar melhores condições em 2018 do que e 2016.
“Os adversários estão errando na mão pois estão criticando coisas que são parecidas com o que faziam há dez anos. (E causando um efeito inverso.) Batiam todo santo dia no Bolsa Família. Você não ia conseguir essas publicidade nunca para o Bolsa Família como a imprensa acabou fazendo. Se tornou uma coisa só, Lula e Bolsa Família. Nem com R$ 1 bilhão de publicidade você ia conseguir o que conseguiu com  o Jornal Nacional, por vias tortas. Não criticavam exatamente, mas ficavam problematizando, aquilo foi colando e se agigantou.
“Eles não poderiam perder uma eleição nunca com o poder econômico e político  e midiático concentrado do jeito que é. Perdem porque são ruins. Observe o que estão fazendo no plano nacional, estão se desconstruindo. O Aécio é visto hoje por muita gente boa como uma pessoa patética.
“Mas vai ser um ano daqueles. Vão centrar muita força. Em 2012, o que eles  fizeram quando perderam em São Paulo foi vergonhoso. Eles vão redobrar as energias para tentar nos fazer perder em 2016 e selar o destino das próximas eleições presidenciais. Agora, temos de ver o que acontece até o final do ano. Vai ser um semestre complicado, teste de fogo para o governo federal. E vai depender muito do desfecho desta crise internacional o que que vai ser da esquerda a partir do ano que vem. Então, é um semestre delicado, até porque também estamos errando do nosso lado. Temos que calibrar (o ajuste) para antecipar a retomada do crescimento.”

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Caso de Polícia.

 http://www.portaldonoroeste.com.br/noticia/10269

É como o Rato cuidando do queijo,

Requião Filho protocola ação contra manobra do transporte coletivo coordenada pela Comec, autarquia vinculada à Secretaria de Ratinho Jr.

Curitiba, 27 de julho de 2015 – O deputado estadual Requião Filho (PMDB) protocolou hoje uma Ação Popular contra a manobra da Comec que vai alterar o sistema financeiro e administrativo do transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba. Com as novas medidas que devem entrar em vigor a partir da próxima semana, todo o transporte coletivo da RMC passará a ser comandado pelas próprias empresas de ônibus, sem qualquer processo de licitação. “Mais uma prova de que Ratinho Júnior é um dos grandes responsáveis pelo fim do sistema que aumentou as passagens de ônibus e acabou com a integração. Ele passou o transporte público para empresas privadas permissionárias gerenciarem os valores das passagens como bem entenderem. É como o Rato cuidando do queijo, ou se preferirem, a raposa cuidando do galinheiro. Vai entregar de bandeja à iniciativa privada todo comando da bilhetagem para os próprios donos dos ônibus, empresas particulares e não licitadas”, justificou.

O Ministério Público já investiga o caso. Até janeiro deste ano, havia um sistema integrado entre os municípios e era comandado pela Urbs, ligado à prefeitura de Curitiba. Toda a arrecadação era revertida para um fundo público. Após protestos da população, um acordo entre o MP, a prefeitura e a Comec manteve a coordenação da Urbs no sistema até 6 de agosto. Porém, a partir de agora, as coisas vão mudar! A Comec passará a ser a única responsável pela RMC, transferindo todas as tarefas a empresas dirigidas pelos mesmos grupos de empresários. “Eles farão todo o gerenciamento financeiro, administrativo e de fiscalização dos lucros adquiridos. É incompatível que a fiscalização deste serviço de bilhetagem seja realizada pelas próprias empresas. Fica evidente que tal manobra influenciará diretamente em futuros reajustes tarifários e a população não terá a quem recorrer”.

FOTO E ÁUDIO ANEXOS

Efeito Levy leva a regressão social

Efeito Levy leva a regressão social

Da Lígia Deslandes no seu Blog

Sei o quanto tem sido difícil para Dilma os últimos seis meses de Governo. Não está sendo fácil manipular as peças do xadrez  da política e da economia com tanta gente jogando contra. Muitas vezes, na política é preciso ceder para avançar, todos sabemos disso, mas, o compromisso com os trabalhadores e trabalhadoras que são aqueles que fazem de fato o Brasil crescer e melhorar tem que estar bem firme na mente de um governante de esquerda.
Dilma cedeu nos últimos seis meses ao mercado. Cedeu como não esperávamos. O que fazer para enfrentar tantos bombardeios de todos os lados. Fechou-se em copas num primeiro  momento. Continuou a trabalhar incessantemente apesar de todas as críticas, xingamentos, julgamentos e problemas enfrentados. Nunca vi alguém enfrentar tanta violência e agressividade da oposição, da mídia e de vários segmentos da elite como Dilma tem enfrentado com tolerância e paciência. Sua resistência aos medíocres e grosseiros que o tempo todo querem atingi-la com xingamentos e torpezas é impressionante. Isso tem colocado a nu pouco a pouco seus detratores e muito mais está por vir a tona por aí.
Ouço Dilma dizer não de agora que no segundo semestre tudo irá se estabilizar, que a inflação irá abaixar e que a economia vai melhorar. Sinceramente, por mais que confie em Dilma, não confio em  Levy, assim como não acredito em Bendine na Petrobras e em alguns outros que para mim foram colocados no Governo para acalmar o mercado de forma a que Dilma tivesse tempo de arrumar algumas coisas.
Espero que a estratégia tenha sido realmente essa e que seja de curto prazo. Não é bom para o país e para nossa economia  a continuidade do EFEITO LEVY. Dilma tem condições de parar de ceder e pode retomar sua condição de liderança do anseios da população que confiou nela para garantir que o seu governo de fato faça as mudanças que o país precisa. Quem votou em Dilma não votou em medidas de austeridade neoliberais que não deram jeito no mundo e que estão acabando com a economia de vários países.
Estávamos indo muito bem antes do EFEITO LEVY começar a  ser inoculado em todas as instituições públicas e estatais. Desmontes e fabricação de crises onde elas não existem. Cortes em investimentos necessários e importantes que não deveriam ser nem cogitados.
Li hoje no Facebook um pequeno artigo de Edo de Natal  que reproduzo abaixo. O que existe no artigo dele é o óbvio que todos nós estamos vendo acontecer. Enquanto os rentistas e o setor financeiro se locupletam, nós da classe trabalhadora estamos pagando o pato. Não estamos cegos. Não queremos regressão social. O Brasil de Levy não é o Brasil que queremos.
Está cada vez mais evidente, as metas fiscais de luta contra a crise econômica escondem uma assombrosa  e gigantesca transferência de renda das classes populares e do setor produtivo para os bolsos dos grandes rentistas e para os cofres do setor financeiro. Brasileiros e estrangeiros partilham o butim desta operação de rapina.
A primeira e mais evidente consequência desta  política neoliberal de luta contra a crise econômica foi o aumento do desemprego e o início de uma violenta e dolorosa regressão social, com a inversão da tendência de diminuição das desigualdades sociais, promovida com sucesso desde 2003.
Vejamos. A primeira medida tomada por Levy foi um  forte aumento da taxa básica de juros da economia brasileira, a panaceia utilizada pelos neoliberais tupiniquins para lutar contra todas as crises, independentemente de suas origens. Desde dezembro de 2014 até junho de 2015 houve um aumento de 2% na taxa Selic, passando de 11,75 a 13,75% ao ano, com o objetivo anunciado de lutar contra a inflação. Este forte aumento das taxas de juros, como veremos, não teve qualquer impacto sobre a inflação, mas provocou automaticamente um aumento dos juros pagos aos detentores da dívida pública de cerca de 49 bilhões de reais, anulando todo o esforço de contenção dos gastos públicos. O que está havendo é uma gigantesca transferência de renda para as instituições financeiras e rentistas em detrimento das classes mais populares e do setor industrial brasileiro.
A inflação no Brasil é provocada em grande parte pelas consequências da forte seca que assola as regiões mais desenvolvidas do Brasil, com  o aumento dos preços dos gêneros alimentícios e, sobretudo, com a utilização intensiva das usinas térmicas, com um forte aumento das tarifas de energia elétrica que incidem em todos os setores da economia. Além da seca, os preços administrados (gasolina, telefone, serviços públicos, etc) são insensíveis à alta dos juros. O lógico seria diminuir as taxas de juros, como fizeram os Estados Unidos, a Europa e o Japão, para facilitar a retomada das atividades econômicas e minorar os sacrifícios de uma população já fortemente sacrificada.

A conclusão lógica é que o forte aumento da taxa básica  de juros, além de promover a transferência de renda já citada, está contribuindo para o aumento da inflação, justamente o contrário do que é pretendido por Levy.

domingo, 26 de julho de 2015

"Castelo de Cartas"?

O castelo de cartas da Lava Jato, por Paulo Moreira Leite

Ao decidir mudar-se para  Miami e abandonar três clientes no  meio do processo, a advogada Beatriz Catta Preta coloca um imenso ponto de interrogação sobre a Lava Jato.
Cabe perguntar: a fortaleza do juiz Sérgio Moro pode se transformar num castelo  de cartas?
Falo isso pensando na denúncia de uma escuta clandestina na cela que o  doleiro Alberto Youssef e o executivo da Petrobras Paulo Roberto Costa ocuparam ao chegar a carceragem em Curitiba. Constitui um caso grave, digno de reflexão sobre os métodos empregados na Lava Jato, certo? Até porque pelo menos outras duas escutas ilegais -- envolviam conversa entre advogado e cliente -- foram usadas.
O mesmo ocorre, agora, com a advogada que assinou nove das 18  delações premiadas da Lava Jato.
Convém não esquecer que estamos diante de um processo no qual as delações premiadas são o principal recurso para acusar e condenar. Nessa  atividade, a criminalista Catta Preta atuou no coração das investigações e teve um papel essencial, pela qualidade e pela quantidade.
Foi ela que assumiu a defesa de Paulo Roberto Costa, quando este  decidiu transformar-se em delator e negociar uma pena branda em troca de um dedo duro, numa guinada que deu uma nova dimensão à Operação. A advogada negociou mais oito depoimentos, sempre na mesma linha. Catta Preta advoga para o prolongado corrupto Pedro Barusco e também para Augusto Ribeiro de Mendonça, que deu um testemunho detalhado usado para incriminar João Vaccari Neto.
Nos últimos dias, um de seus clientes, Julio Camargo, deu um novo depoimento sobre a Lava Jato e, desta vez, incriminou o presidente da Câmara, Eduardo  Cunha, num pedido de propina de US$ 5 milhões. Dez meses atrás, em outro depoimento, ele não havia tocado no assunto. O próprio Cunha diz que Julio Camargo foi forçado a mentir pelo PGR Rodrigo Janot.
O advogado Nelio Machado, criminalista experiente e respeitado do Rio de Janeiro, que advoga para o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, envolvido no depoimento de Julio Camargo, observa que "uma mudança de depoimento é muito estranha."
Há outras coisas estranhas. Dividindo a maioria das delações premiadas  com Figueiredo Basto, advogado do doleiro Alberto Youssef, o desempenho de Beatriz Catta Preta sempre chamou a atenção pela quantidade de clientes que foi capaz de defender. A delação premiada é um instrumento que, mesmo reconhecido pela legislação, não deixa de provocar críticas de vários juristas respeitados a começar pela credibilidade de uma pessoa encarcerada.
Já a atuação de uma só advogada na preparação de nove depoimentos, de  nove encarcerados, coloca perguntas ainda mais sérias.
O próprio Nelio Machado questiona: "vamos raciocinar em tese. O princípio da  delação é que um réu deixa de se defender e passar a acusar. Se você tem um único advogado para defender tantos clientes, o risco de um conflito de interesses é evidente. A acusação de um sempre irá esbarrar na defesa de outro. Como é que um mesmo advogado irá atuar para defender as duas partes? Não consigo imaginar", diz Nelio Machado, adversário doutrinário das delações.
Aquilo que na vida das pessoas comuns se chama conflito de interesses, no mundo dos advogados é classificado como "patrocínio infiel." Se um advogado defende  dois clientes num mesmo caso, pode ser enquadrado num crime que prevê pena de seis meses a três anos de prisão, mais multa.
Para entender melhor a situação, é possível dar um exemplo inocente. Toda pessoa que, na infância, participou de um brinquedo chamado "telefone sem fio" sabe o  que acontece com uma frase retransmitida por nove bocas e ouvidos diferentes. Entre crianças, é muito divertido perceber como as palavras mudam de sentido. Todos riem e continuam se divertindo.
Entre adultos, as coisas não são tão divertidas assim, ainda mais quando se trata  de pessoas acusadas de um crime, sob o risco de pagar multas pesadas e enfrentar uma longa temporada no cárcere. Neste caso, o jogo só dá certo quando se encontra uma narrativa neste telefone sem fio que seja do interesse de todos e também possa fazer sentido para a Justiça.
Supondo por hipótese que ninguém está mentindo, quem escolhe o que é bom para um cliente e não irá prejudicar o outro? Quem administra tantos interesses para que  todos fiquem satisfeitos? Alguém faz acertos, negocia com as partes?
Há outro aspecto, importante. O artigo 2 da lei que define a "Colaboração Premiada" diz que ela deve permanecer em segredo até a apresentação da denúncia. Antes disso, só pode ser conhecida pelo juiz, pelo advogado, pelo Ministério Público. Alguém  acredita que essa regra está sendo respeitada nessa promiscuidade de advogados, delegados, procuradores, jornalistas?
Deu para entender o tamanho da confusão, certo?

"Procure a Mulher"


Uma questão de dinheiro: a origem do ódio assassino da Abril pelo PT. Por Paulo Nogueira

pig-2Do Diário do Centro do Mundo
Os franceses têm uma frase para a investigação de crimes: “Procure a mulher.”
Você pode adaptá-la para o Brasil de hoje.
“Procure o dinheiro.” É o que você deve fazer caso queira entender o ódio desumano da Veja pelo PT, expresso mais uma vez na capa desta  semana.

Isso vale não apenas para a Veja, é bom acrescentar.
O jornalista Ricardo Kotscho, que fez parte da equipe de Lula em seus primeiros tempos, conta uma  história reveladora.
Roberto Civita queria uma audiência com Lula, algum tempo depois de sua posse. E pediu a Kotscho que a  arranjasse.
O objetivo não era discutir os rumos do Brasil e do mundo. Era pedir dinheiro para  o governo, na forma de anúncios.
Ou mais dinheiro.
As coisas não correram como Roberto esperava. As consequências editoriais estão aí. Nem a morte de Roberto deteve a fúria assassina da Veja.
É um paradoxo. As mesmas empresas liberais que condenam o Estado são visceralmente dependentes do dinheiro  público que ele canaliza para elas.
Sem esse dinheiro, elas simplesmente não sobreviveriam.
Não é errado dizer que o Estado brasileiro financia as grandes empresas jornalísticas. É, para elas, um Estado Babá.
Não é apenas dinheiro de anúncios, embora seja este o grosso. Ele vem de  outras formas.
Poucos anos atrás, quando ainda tinha resultados contábeis expressivos, a Abril levou cerca de 25 milhões de reais do BNDES para uma obra que deveria ter sido bancada por ela mesma, e não pelo contribuinte: um arranjo em seu sistema de  assinaturas.
É um dado público.
Parêntese: se na CPI do BNDES for aberto um capítulo para as relações da mídia com o banco, teremos informações  sensacionais.
Em 2009, quando a Veja já abdicara de qualquer honestidade no ataque ao PT, a Abril levou 50 milhões de reais do governo  de Lula apenas em anúncios.
Por que tamanha revolta, então?
Mais uma vez: procure o dinheiro. A Globo estava levando, e continua a levar, dez vezes mais, 500 milhões por  ano.
Lula e Dilma, ironicamente, vem financiando a mídia que tenta exterminá-los.
Tamanha dependência leva a surtos de paranoia a cada eleição: e se a festa acabar? E se o governo decide reduzir ao mínimo os investimentos publicitários que vão dar nas corporações jornalísticas?
Seria uma calamidade para essas empresas. Elas cresceram graças ao dinheiro público posto nelas em proporções nababescas.
Note. Não é só o governo federal. Quantos recursos públicos não são  encaminhados para as companhias de jornalismo pelo governo de São Paulo, o mais ricos do Brasil? De anúncios a compras de assinaturas, a mãozinha amiga está sempre presente.
No futuro, estudiosos tentarão decifrar por que nem Lula e nem Dilma  mexeram adequadamente neste sistema que irriga recursos do contribuinte para mãos e bolsos particulares.
Minha hipótese é: medo, medo e ainda medo.
Quando os dados se tornaram públicos, e começou a surgir aqui e ali indignação, inventou-se uma coisa chamada “mídia técnica” para justificar o  injustificável.
Com isso, teoricamente estava explicado por que anualmente o governo colocava 150 milhões de reais no SBT para terminar num jornalismo  com Sheherazades.
Mas era e é uma falácia. Governo nenhum é obrigado a colocar dinheiro em empresa nenhuma, sobretudo quando há fundadas desconfianças sobre o caráter  dela e seu comprometimento com o bem estar público.
No caso específico da Abril, e da Veja, a questão do dinheiro público se  tornou especialmente dramática com a Era Digital e seu efeito destruidor sobre a mídia impressa.
Um governo amigo melhoraria extraordinariamente a situação financeira da Abril. O declínio não seria estancado, porque é impossível, mas seria  mitigado.
A verba de anúncios federais cresceria instantaneamente. Lotes gigantescos  de assinaturas de revistas seriam comprados. Financiamentos a juros maternais seriam obtidos.
É isso o que move a Abril — e, em medidas diferentes, as demais grandes  empresas jornalísticas.
Procure o dinheiro, caso queira entender a sanha homicida delas, maldisfarçada  num moralismo cínico, demagógico e canalha, para não dizer criminoso

Só Enxergam 2018.

Marido da vice culpa líder e governador Beto Richa pela crise no Paraná

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O deputado federal Ricardo Barros (PP), marido da vice-governadora Cida Borghetti (PROS),  em bombástica entrevista ao jornal Gazeta do Povo, edição deste domingo (26), culpou o governador Beto Richa (PSDB) e seu líder na Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), pela crise política no Paraná.

Pelas palavras de Barros ao repórter André Gonçalves, a dupla Romanelli/Richa  cometeu “barbeiragem” na condução das votações do pacote de maldades no legislativo. No entanto, o marido da vice considera que o “ajuste fiscal” — leia-se arrocho — é necessário para a saúde financeira do estado.
“O governador e o líder do governo na Assembleia [Luiz Cláudio Romaelli]  escolheram mal os caminhos para alcançar o objetivo da votação. Mas está feito, está aprovado e o resultado final é bom”, fuzilou.
Ricardo Barros defendia no governo “reajuste zero” para os professores e servidores do executivo. Foi vencido pela proposta de reposição de 3,45% em outubro e 8,50% em janeiro de 2016, negociada com a APP-Sindicato.
Além de culpar Richa e Romanelli pela crise política, na entrevista à Gazeta, o deputado do  PP também adiantou o slogan que sua mulher utilizará na eleição de 2018: “Fazer no Paraná o que foi feito em Maringá”.
O diabo é que “Leitão Vesgo”, como é conhecido o marido da vice nos bastidores da política, não está levando em consideração a saída “Ari Queiroz” que Beto Richa poderá adotar em 2018, ou  seja, permanecer no cargo para eleger o próprio sucessor que não Cida Borghetti.
Em 1990, o então vice-governador Ari Queiroz sentou-se na cadeira de governador antes do tempo — tal qual Ricardo Barros fez. Entretanto, o titular Alvaro Dias permaneceu no cargo para garantir  a eleição de Roberto Requião.
Pelo o que se sabe no Centro Cívico, hoje, Richa é mais simpático à candidatura do secretário do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior (PSC), ao Palácio Iguaçu. A enorme bancada do moço na Assembleia, composta por 12 deputados, inclusive, tem garantido a aprovação  das maldades do tucano contra os paranaenses.
Eles, os governistas, divergem entre si sobre quem vai liderar o processo de 2018, mas têm unidade quando os assuntos são tarifaço e implantação do programa “Mais Pedágio” nas rodovias do estado.