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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

É Tudo Marketing e Má Gestão.

Depois de uma eleição apertada, onde seu custo por voto só não foi maior que o do vereador Zé Eduardo, o vereador Luciano Soares de Souza, recebeu de presente de seu amigo Pantera, a presidência da Câmara. E também, na minha visão, uma oportunidade de ouro de demonstrar aos barbosenses que, tendo o Poder, poderia fazer diferente. Ledo engano, pois, confirmou o que a maioria dos barbosense pensam dele, iniciou-se a farra das diárias (ver Ação do MP) que continua até hoje, mas com o nome de "Curso de Especialização" e etc, gastos e reformas desnecessárias (pois o prédio é do município), tudo em função da necessidade de gastar o excedente financeiro que o Executivo repassa.
E agora, no término de seu mandato de presidente, propõe incorporar no salário dos servidores, as "famosas gratificações", mas, para vigorar a partir de 01/01/15 ou seja, na Gestão do próximo presidente.
Objetivo: Criar fato político, para em 2016, numa eventual e hipotética candidatura, dizer aos mais de 400 servidores municipais que: "quando Presidente da Câmara valorizei os servidores, SE Prefeito farei o mesmo por vocês".
Pior que algum incauto pode acreditar nisto, mas, a verdade é que nosso município tem uma estrutura administrativa para 35.000 habitantes, mas, somos somente 12.600 , portanto, qualquer administrador que quiser melhorar a remuneração dos servidores, terá que fazer uma Reforma Administrativa, com um plano de demissão voluntária, e, quem garantir o contrário é um demagogo ou péssimo administrador.
Os oito vereadores tem que entenderem uma coisa: O que é bom para o Luciano não é bom para eles, e muito menos para os barbosenses.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Postagem.

Quando escrevi o texto "Melhor corno manso que corno consentido", foi baseado em informações, pois não havia visto a postagem feita pelo ex-vereador Miliossi, e, em razão disto ( não ter visto) dei o benefício da dúvida e acreditei no Miliossi quando ele me falou que somente havia "compartilhado". O que não é verdade.
A postagem foi feita originalmente pelo Miliossi, e, em razão disto, volta a postagem, agora em definitivo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O "Predador" do Dinheiro Público.

Esta definição é a que mais corretamente define o vereador e presidente da Câmara, Luciano Soares de Souza.
Nossos inúteis e manobráveis vereadores, estão fazendo o jogo político do presidente da Casa, aprovando sem nenhuma discussão, um aumento de salário aos servidores da Casa, que é uma verdadeira afronta aos cidadães e trabalhadores de nossa cidade.
O pagamento de gratificação aos servidores da Câmara, para mim sempre foi um "cala boca", pois, todos os servidores tinham conhecimento das irregularidades praticadas pelos Edís, mas nenhum se dispunha a depor.
Em um ato de desrespeito, de falta de parcimônia, numa verdadeira orgia com dinheiro público, o professor, vereador e presidente da Câmara, está majorando o salário dos servidores que passarão a ganhar o seguinte:
Zeladora Parlamentar: R$ 1.800,00
Técnica Administrativa R$ 3.600,00
Contador: R$ 4.200,00
Assessor Jurídico (advogado) R$ 4.400,00.
Não questiono a capacidade de cada um destes servidores, até porque não pediram este aumento, é manobra política do presidente da Casa.
Com exceção da zeladora ( que passará a ganhar mais que uma professora do município e mais que uma técnica em enfermagem, TODOS os demais ganharão mais que os vereadores) (e nisto eu acho justo), mas, é uma IMORALIDADE. Mas, preparem-se, estão preparando caminho para, no fim desta Legislatura, aumentarem o salário dos vereadores.
Senhores, façam um comparativo com o que ganha os trabalhadores da iniciativa privada em nossa cidade, verifiquem quanto paga a Coamo, a Katuxa, a Rio Móveis, e outras empresas locais, e verão o disparate, isto que o presidente da câmara está fazendo é um ato de irresponsabilidade administrativa sem precedentes. É uma VERGONHA, pena que nosso presidente desconheça o que é VERGONHA.
Um ato deste praticado pelo presidente da Casa, contra os interesses da comunidade não é de se estranhar, mas, ver Celso Preisner, Zé Eduardo, Elson, Dametto, Ronni Tavares, Cido Luciani e Julielton Rodrigues embarcarem nesta friagem, isto é decepcionante, lamentável até.

Um Pouco de Cultura e Sabedoria.

Tentei ficar quieto, mas não me aguentei.
Sou de uma família tradicional e de classe média alta brasileira, e fui o único a votar na Dilma.
Nos últimos anos tive o privilégio de morar por 2 anos em Estocolmo, trabalhando e estudando. E digo o que pouca gente imagina: na maior parte da Suécia não existe  luxo.
Eu morei num prédio onde moravam médicos, lixeiros, músicos, advogados, e atendentes de super mercado.  Juntos. Eu vi pessoas muito ricas andando de bicicleta no inverno, e aproveitando a vida comendo sanduíche sentado no chão de um parque (não num shopping). Donos de agências que atendem Pepsi, NBA, RedBull almoçando comida feita em casa num tupperware sentados na mesma mesa que eu que era imigrante e o Estagiário Assistente de Escritório.
Eu vi meninas como essas da foto andando sozinhas às 3h da manhã em áreas vazias, olhando o mapa no iphone usando shortinho meia bunda e regatinha que mostra o lado do peito ouvindo a música nova da Lykke Li no  último volume e cantando. E passaram do meu lado na mesma calçada sem nem atravessar a rua. Sem medo.
Sem.
Medo.
Tudo isso, que nós brasileiros invejamos tanto e dizemos que ‘lá fora é muito melhor’ só se consegue com  uma coisa: igualdade social.
A Suécia não chega a ter 10 milhões de pessoas, e a igualdade lá vem sendo praticada desde o início. 
O Brasil tem 200 milhões e a desigualdade aqui vem sendo praticada desde o primeiro instante.  O que isso implica?

Implica que se você, pessoa que gosta tanto da Europa, quer que o Brasil fique um pouco mais  parecido com lá, abraçar a causa da igualdade social é uma necessidade. E ela pode acontecer de duas formas: rápido ou devagar.
Rápido está fora de questão, mas devagar é sim possível. Eu pergunto: Qual é o problema se o país precisa crescer 1% ao invés de 6% para que o Brasil saia do mapa mundial da fome? Ou para que o analfabetismo acabe?  Ou o saneamento básico?
Você se preocupa mais com o quanto cai na sua conta do que com quantas pessoas conseguem comer, escrever  o próprio nome ou defecar em um lugar decente?

Crescimento de economia é uma coisa, é cálculo do PIB que soma em valores monetários todos os bens e  serviços finais produzidos no País. 
Já o IDH mede expectativa de vida, analfabetismo, educação, padrão e qualidade de vida e entre outras coisas também o PIB per Capita.
‘O país tem que voltar a crescer’, foi slogan de uns e é opinião de todos, mas o que é ‘crescer’?
Crescer é PIB para poucos como sempre foi no Brasil?
Ou crescer é IDH, com PIB mais distribuído para todos?
O Brasil não tem meios de gerar mais dinheiro do que o que já circula dentro dele (seria lastro para controle) ou seja, a riqueza que existe dentro do Brasil precisa sim ser melhor distribuída para que você possa ter aqui, aonde  suas netas e netos irão nascer, uma qualidade de vida mais parecida com a da Europa. Sem medo.
Sem.
Medo.
Mas como dinheiro não cresce em árvore, pra que isso aconteça, tem que mexer no que é teu. 
Só que quando alguém fala em mexer no que é teu, ninguém mais quer igualdade social, e todo  esse papo vai por água a baixo. Certo?

Certo.
Amigo, a verdade é: egoísmo não combina com igualdade social. Ninguém gosta de dividir as duas últimas preciosas bolachas favoritas.
Se você quer ser egoísta, ao menos seja sincero e diga que está pouco se fodendo para os humanos aqui  do Brasil do sul ou do norte que torcem junto contigo pro Neymar Jr. na Copa do Mundo. Que tanto faz se eles sabem ler, escrever ou tem o que pôr na barriga. Então faça sua trouxinha de dólares e ajude a sustentar alguma ONG que ajuda algum 'vagabundo' na África. Não vou te julgar ou tentar te convencer. Mas é isso o que penso.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Um Pouco de História.

SE você ganha menos de dez salários mínimo, não possui bens imóvel de valor superior a R$ Hum milhão, e mesmo assim votou no PSDB/Aécio, então, você é tolo ou  "ignorante político".
O Partido da Social Democracia Brasileira, mas que também poderia ser chamado de Paulistano é Superior aos Demais Brasileiros. Sim, isto mesmo. 
O "Paulistano" ( não confundir com Paulista) se julga o "Rei da cocada branca", uma raça superior, e, para eles, TODOS os demais são "Bahianos", independentes de terem nascido no Sul ou no Norte do Brasil.
E, foi neste seio que nasceu o PSDB. Em São Paulo estão as maiores empresas do Brasil e também do mundo, e, elas (as empresas) têm por objetivo obterem lucros, e veêm o Estado como um "balção de negócios". Em razão disto, estas empresas estão enraizadas no PSDB/SP. 
Estas parceria política/financeira permitiu que o PSDB governasse São Paulo por mais de 20 anos, sendo exceção Paulo Maluf (mas, neste caso, também satisfez as empresas).
Estas empresas tem compromisso com o LUCRO, e, por consequência, quando ocorre uma crise nacional, ELES não titubeiam, a receita é: Recessão, demissão, arrocho salarial, juros altos. E isto independe da vontade do "Governante de plantão", (pouco importa o nome dele), pois, quem determina é quem "paga a conta". Observem que nesta eleição presidencial, o custo estimado foi de R$ 300 milhões, mas, nenhum centavo saiu do bolso dos candidatos. Quem aceita ser candidato nestas condições é e sempre será um "servil", que obedecerá a quem o bancou - É o Sistema, infelizmente para nós brasileiros.
Por esta origem é que o PSDB é considerado o Partido dos Ricos, governa para os Ricos.
Na minha visão o Partido dos Trabalhadores cresceu em função de sua origem (Sindicatos) e, ao assumir o Governo Central, dar prioridade ao ganho salarial, valorização do Salário Minimo, geração de empregos e investimentos maciços em programas sociais.
Isto é que torna os PROJETOS PARTIDÁRIOS diferentes.

Humor.

Charge do dia: Tucano abatido

AUTO_frank
Charge de Frank Maia para A Notícia (Joinville SC)
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

"PSDB", O Escolhido Para Perder!

Quando disse isto, alguns "apaixonados" discordaram, mas, ai veio o resultado da eleição e o fato se confirmou.
Para nós que vivemos numa pequena cidade, longe dos acontecimentos e das informações, fazer análise política é difícil, falta-nos dados, pois, "quem têm a informação, têm o Poder".
Para mutos, os 34% de votos dados ao Aécio foi uma "demonstração de força", engano, foi o que o PT "retirou da Marina" e deu a ele para que fosse o "adversário" do segundo turno. O PSDB/Aécio foi escolhido para ser o concorrente no segundo turno.
Cheguei a esta conclusão vendo o "fogo cerrado" que a campanha da Dilma concentrou sobre a Marina, nos últimos dez dias de campanha no primeiro turno, e isto foi fundamental para que o Aécio a ultrapassassem.
Para a Coordenação de Campanha da Dilma agir assim, eles teriam que ter informações que  nós não possuíamos. Mas, Partido que têm a Presidência da República, pode ser chamado de tudo, menos de bobo.
Foi, com base nisto, que em minhas "apostas", seis ao todo, dei para uns, Um milhão e para outros, DOIS milhões de votos, de LAMBUJA, e ganhei TODAS.
Ah! e a diferença só não foi maior, por que a reportagem LEVIANA, (palavra de um preso, um bandido) da Veja, e a força das Redes Sociais, prejudicou e muito a Dilma, mas, mesmo com o "terrorismo da direita" (fato comum em todas as eleições) o povo brasileiro fez justiça.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

"Nem Pagando ... "

Gazeta do Povo: ‘Nem pagando Aécio consegue reunir público em Curitiba’

23 OUT 2014 - 10:20
Fac-símile jornal Gazeta do Povo, edição de quinta-feira (23), e foto de Nei Oliver.
Fac-símile jornal Gazeta do Povo, edição de quinta-feira (23), e foto de Nei Oliver.
O jornal curitibano Gazeta do Povo pode ser acusado de tudo, menos de petista ou simpático  à candidatura de Dilma Rousseff. Pelo contrário. Faz parte do consórcio da velha mídia nacional, que defende o arcaico ideário neoliberal dos tempos de FHC.
Pois bem, ontem à noite o Blog do Esmael  registrou que o protesto “black bloc” em favor do tucano Aécio Neves foi um fiasco em Curitiba. Foram contabilizados 300 comissionados do governo do Paraná no evento da Boca Maldita (clique aqui).
Mas outro detalhe importante não escapou aos olhos clínicos da Gazeta do Povo:  “Entre os participantes estavam cabos eleitorais. A reportagem conversou com três deles, que disseram ter recebido R$ 100 para segurar bandeiras.”
O jornal foi generoso com o tucano ao afirmar que cerca de mil pessoas compareceram no  evento “black bloc”.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Agora É Dilma.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Coluna do Verri.

Coluna do Verri: Não troque os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente

21 OUT 2014 - 
Deputado federal eleito Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, utiliza uma arma letal contra os tucanos: a comparação; "Quem viveu os governos tucanos não quer trocar os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente", afirma o colunista, que coloca lado a lado o que pensam Dilma e Aécio sobre temas como inflação, desemprego e bancos públicos; "Dois projetos bem conhecidos por todos nós estão face a face", considera o petista, ao destacar que o de Dilma “aliou desenvolvimento econômico e social, resultando na melhora de vida de milhões de brasileiros”; leia o texto e compartilhe.
Deputado federal eleito Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, utiliza uma arma letal contra os tucanos: a comparação; “Quem viveu os governos tucanos não quer trocar os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente”, afirma o colunista, que coloca lado a lado o que pensam Dilma e Aécio sobre temas como inflação, desemprego e bancos públicos; “Dois projetos bem conhecidos por todos nós estão face a face”, considera o petista, ao destacar que o de Dilma “aliou desenvolvimento econômico e social, resultando na melhora de vida de milhões de brasileiros”;  leia o texto e compartilhe.
Enio Verri*
Você já avaliou como era a sua vida era antes dos Governos Lula e Dilma. Qual era o seu emprego ? Seu salário? Você tinha a casa própria? Carro? Viajava de avião? Seus filhos tinham oportunidade de ir à universidade ou ter aulas em algum técnico?
Realmente, quem viveu os governos tucanos não quer trocar os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente. Até por que, mudar por mudar, pode reviver os fantasmas da década de 90 que  nos assombraram por tantos anos e ainda dá calafrios em milhões de brasileiros.
No cerne do debate político, dois projetos bem conhecidos por todos nós estão face a face. O primeiro é o mesmo que aliou desenvolvimento econômico e social, resultando na melhora de vida de milhões de brasileiros. O segundo, mesmo que maquiado, é aquele voltado para o mercado internacional  da década de 90.
Parece um tanto distante, mas não é. São estas políticas que interferem diretamente no seu emprego, na saúde financeira da sua empresa, na sua renda e capacidade de adquirir bens de  consumo.
E você conhece como os dois candidatos pensam inflação, desemprego e bancos públicos?  Compare e veja como as escolhas podem mudar totalmente o rumo de nossas vidas:
Inflação:
Dilma Rousseff (PT): A inflação nos Governos do Partido dos Trabalhadores sempre foi tema  de muita atenção. A inflação média do Governo Dilma é a menor desde quando foi criado o Plano Real em 1994, mesmo sob uma crise econômica mundial. Ressalta-se, ainda, que nos últimos 11 anos a meta foi atingida em todos os anos.
Aécio Neves: Inconformado com o que ele chama de “inflação galopante”, mesmo com  índices menores que durante os governos tucanos, o presidenciável prometeu inflação a 3% ao ano. O que ele não conta, é que para atingir essa meta são necessários uma taxa de desemprego em 15% e juros de 25%.
Taxa de Desemprego:
Dilma Rousseff (PT): A taxa de desemprego no Brasil bateu recorde e atingiu o pleno emprego. Fruto de uma política econômica voltada para o mercado interno e geração de renda, a taxa de emprego se mantém nos níveis mais baixos mesmo com a crise  mundial.
Aécio Neves (PSDB):  Uma das medidas impopulares anunciadas pelo presidenciável condiz com a taxa de desemprego. Para ele, o crescimento da economia brasileira e o controle da inflação estão diretamente ligados a uma procura maior de vagas de trabalho e salário mínimo adequado aos interesses do mercado.
Bancos Públicos
Dilma Rousseff (PT): Os bancos públicos durante o Governo Lula e Dilma foram  instrumentos importantes para o desenvolvimento econômico. Uma política de crédito e maior participação destas instituições financeiras fortaleceram os bancos públicos e permitiram a implantação de programas, como o Minha Casa Minha Vida.
Aécio Neves (PSDB): Armínio Fraga, guru econômico tucano,  defendeu recentemente a redução dos bancos públicos brasileiros. Para ele, estas instituições não são favoráveis para o crescimento do País. Fraga foi presidente do Banco Central de FHC durante o ciclo da privatização e credita aos bancos privados maior participação na economia brasileira.
*Enio Verri é deputado estadual, deputado federal eleito, presidente do PT do Paraná e  professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.
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