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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Alguém Viu ...


Para não fazer uma acusação inverídica, estou recorrendo a vocês, internautas e leitores deste blogue.  O município cedeu um espaço público, na entrada da cidade, para uma empresa privada colocar um painel e cobrar pelos anúncios. E, conforme fotos, ainda cortou o asfalto e ligou energia do Ginásio de esporte (portanto, pública), para iluminar o painel.
No meu entendimento isto requer uma oferta pública, para saber se havia outros interessados. Confesso que por alguns dias, deixei de ler as publicações oficiais do município, e, pode ser que neste período tenham feito a devida publicação, então, pergunto: Alguém viu tal publicação?

domingo, 27 de julho de 2014

Nunca É Tarde Para Aprender.

Coluna do Rocha Loures: Os 4 pilares do desenvolvimento das  cidades

27 JUL 2014 - 07:29 7 Comentários
Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, recapitula a criação do Colégio SESI e a Universidade da Indústria, durante sua gestão na Fiep, como um dos quatro pilares necessários para valorização das pessoas e o desenvolvimento das cidades:  Sustentabilidade, Educação, Tecnologia, e Cidadania Plena.  “É hora de dar substância aos debates eleitorais e promover o voto consciente nessa direção”, recomenda o líder empresarial; leia o texto e compartilhe.
Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, recapitula a criação do Colégio SESI e a Universidade da Indústria, durante sua gestão na Fiep, como um dos quatro pilares necessários para valorização das pessoas e o desenvolvimento das cidades: Sustentabilidade, Educação, Tecnologia, e Cidadania Plena. “É hora de dar substância aos debates eleitorais e promover o voto consciente nessa direção”, recomenda o líder empresarial; leia o texto e  compartilhe.
Rodrigo da Rocha Loures*
As cidades precisam valorizar as pessoas, atrair e reter talentos. Comentei sobre essa necessidade na minha coluna da semana passada (clique aqui). Hoje vou tratar dos fundamentos para o florescimento de cidades inteligentes e inovadoras, constituídas por comunidades atuantes voltadas para o  bem estar geral.
A construção de um futuro sustentável se apoia em quatro pilares: Sustentabilidade,  Educação, Tecnologia, e Cidadania Plena.
Por conta dos enormes desafios sociais e ambientais da atualidade, a Sustentabilidadeconverteu-se num critério obrigatório a nortear todas as políticas públicas, a educação e o desenvolvimento tecnológico. A escolha e a qualidade dos investimentos públicos e privados passam  estar compulsoriamente vinculados a este pilar. Temos trabalhado neste conceito e exemplo disso foi a realização da terceira edição da Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI2014) em maio deste ano.
Educação precisa ser inovadora, acessível, continuada e de qualidade, em todos os níveis,  do infantil à pós-graduação. Por qualidade entendo preparar indivíduos capazes de se estabelecer com autonomia e capacidade de interação e compartilhamento. Com essas características, implantamos o Colégio SESI e a Universidade da Indústria, quando fui presidente da Fiep.
Tecnologia é vital na transformação das formas de educar, de trabalhar, de produzir,  de compartilhar, de influenciar e de fazer negócios. Para esse fim, o IBQP em parceria com a PUC-PR, a FGV-SP e a Universidade de Berkeley na Califórnia, está desenhando um projeto de classe mundial para o Brasil.
É nos moradores das cidades que residem os rumos e os triunfos de uma sociedade. A Cidadania Plena é o principal meio para corrigir os múltiplos defeitos do setor público brasileiro e proporcionar o desenvolvimento das pessoas e suas cidades. É hora de dar substância aos debates eleitorais e promover o voto consciente nessa direção.
*Rodrigo da Rocha Loures é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade – IBQP e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná –  Fiep (2003/2011). Escreve nos domingos

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Estado Como Balcão de Negócios.

"O governador quer que a população pague quase R$ 3 bilhões por algo que não irá receber", denuncia o deputado petista Tadeu Veneri, ao apontar fraude no projeto “Tudo Aqui” da gestão Beto Richa.
“O governador quer que a população pague quase R$ 3 bilhões por algo que não irá receber”, denuncia o deputado petista Tadeu Veneri, ao apontar fraude no projeto “Tudo Aqui”  da gestão Beto Richa.
O deputado Tadeu Veneri (PT) tem feito de seu mandato uma das poucas trincheiras em defesa  dos serviços públicos no Paraná. Pois bem, nesta sexta-feira (25) ele usou asredes sociais para reverberar algo que os paranaenses também pensam: o projeto “Tudo Aqui”, do governo Beto Richa (PSDB), constitui-se numa verdadeira fraude de quase R$ 3 bilhões.
“O governador quer que a população pague quase  R$ 3 bilhões por algo que não irá receber”, denuncia o petista.
Veneri comentava reportagem do jornalista Rogério Galindo, na Gazeta do Povo, relatando hoje que a privatização dos serviços públicos opõe Richa aos adversários Gleisi Hoffmann (PT) e  Roberto Requião (PMDB).

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Mensagem de Aniversário.





Mensagem do candidato a deputado federal Rodrigo Rocha Loures (1505)


Feliz aniversário Barbosa Ferraz

É com muita alegria que cumprimento os mais de 12 mil habitantes  de Barbosa Ferraz, muito deles meus amigos e amigas, pelo aniversário de 54 anos da cidade, celebrado nesta sexta-feira (25). Envio meus parabéns por meio do Blog Celso Lima, que acompanho sempre para me manter informado sobre as notícias da cidade.

Barbosa Ferraz é um município muito querido por mim. Tenho  fortes laços na cidade. Como Deputado Federal, liberei recursos para projetos e programas que beneficiaram a população. Essa parceria se manteve no período em que trabalhei como chefe de Relações Institucionais da Vice-Presidência do Brasil e certamente terá continuidade nos próximos anos.

A vocês de Barbosa Ferraz deixo o meu abraço, meus votos de sucesso e a garantia de que sempre poderão contar comigo para apoiar  o desenvolvimento da cidade.

Rodrigo Rocha Loures




domingo, 20 de julho de 2014

Só Não Faz Quem Não Quer.

Coluna do Rocha Loures: Cidades inovadoras são as que priorizam as pessoas

20 JUL 2014 -
“90% da população brasileira vive em cidades, logo o desenvolvimento do Brasil nada mais é que a soma do desenvolvimento de suas cidades”, filosofa neste domingo, em sua coluna, Rocha Loures, ao falar sobre inovação dos municípios e de suas características peculiares; para as cidades serem consideradas inovadoras, explica o colunista, é imperativo a adoção de políticas públicas fomentadoras de boas soluções de governabilidade, de infraestrutura, educação, mobilidade, saúde, lazer e empreendedorismo; “Além de valorizar, atrair e reter talentos, as cidades devem constituir alicerces sólidos baseados em quatro eixos - Educação, Tecnologia, Sustentabilidade e Cidadania Plena”; leia o texto e compartilhe.
“90% da população brasileira vive em cidades, logo o desenvolvimento do Brasil nada mais é que a soma do desenvolvimento de suas cidades”, filosofa neste domingo, em sua coluna, Rocha Loures, ao falar sobre inovação dos municípios e de suas características peculiares; para as cidades serem consideradas inovadoras, explica o colunista, é imperativo a adoção de políticas públicas fomentadoras de boas soluções de governabilidade, de infraestrutura, educação, mobilidade, saúde, lazer e empreendedorismo; “Além de valorizar, atrair e reter talentos, as cidades devem constituir alicerces sólidos baseados em quatro eixos – Educação, Tecnologia, Sustentabilidade e Cidadania Plena”; leia o texto e compartilhe.
Rodrigo da Rocha Loures*
O futuro de uma cidade está relacionado pelo menos a três importantes aspectos: qualidade do seu planejamento, definição de estratégias claras de implementação e o engajamento dos seus cidadãos.
Assim como as pessoas, as cidades também formam suas próprias personalidades, de acordo com sua história, qualidade da gestão pública e a índole de seus habitantes. São traços que irão marcar o município na sua trajetória de desenvolvimento. Curitiba já foi chamada de “cidade modelo”, “cidade sorriso” e de “capital ecológica”, assim como Maringá, de “cidade canção”, e Apucarana de “a capital do boné”.
O desafio está em como preservar as importantes tradições de cada cidade, ampliar o bem  estar, atender as demandas existentes e especialmente antecipar-se às demandas futuras. É aqui que entra o fomento à cultura de inovação enquanto estratégia central de desenvolvimento sustentável.
Para as cidades serem inovadoras, é imperativo a adoção de políticas públicas fomentadoras de boas soluções de governabilidade, de infraestrutura, educação, mobilidade, saúde, lazer  e empreendedorismo. Os modelos de planejamento e gestão municipal devem levar em conta que as cidades vão permanentemente sofrer mudanças e que a promoção do bem estar é um processo assertivo, concebido para o futuro, muito além das necessidades do momento atual.
Cidades inovadoras são as que entendem que a sua essência reside nas pessoas, as  verdadeiras responsáveis pela constituição de um cenário desenvolvido, criativo, democrático e humanizado. 90% da população brasileira vive em cidades, logo o desenvolvimento do Brasil nada mais é que a soma do desenvolvimento de suas cidades.
Além de valorizar, atrair e reter talentos, as cidades devem constituir alicerces sólidos baseados em quatro eixos – Educação, Tecnologia, Sustentabilidade e Cidadania Plena. Essa é a base para  um futuro próspero. Vou discorrer mais sobre cada um desses eixos estruturantes em minhas próximas contribuições, aqui neste espaço.
*Rodrigo da Rocha Loures é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade – IBQP e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná –  Fiep (2003/2011). Escreve nos domingos.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Um Pouco de Sabedoria.

Coluna do Requião Filho: É possível  um governo forte com mais segurança e menos marketing

17 JUL 2014 - 07:50 10 Comentários
Requião Filho, em sua coluna desta quinta, mergulha na filosofia de Confúcio, de 500 a.C., para salientar a importância do passado  na construção do futuro; ao fazer uma verdadeira autópsia na segurança pública do Paraná, que sofreu com falta de equipamentos e gasolina, o colunista especialista em políticas públicas afirma: "Vejo a manipulação do marketing que mente, maquia, ilude"; Requião Filho defende modelo de polícia cidadã com autoestima, democrática, equipada e inserida no contexto social;  leia o texto e compartilhe.
Requião Filho, em sua coluna desta quinta, mergulha na filosofia de Confúcio, de 500 a.C., para salientar a importância do passado na construção do futuro; ao fazer uma verdadeira autópsia na segurança pública do Paraná, que sofreu com falta de equipamentos e gasolina, o colunista especialista em políticas públicas afirma: “Vejo a manipulação do marketing que mente, maquia, ilude”; Requião Filho defende modelo de polícia cidadã com autoestima, democrática, equipada  e inserida no contexto social; leia o texto e compartilhe.
Requião Filho*
“Conta-me o teu passado e saberei teu futuro”, cravou o sábio chinês Confúcio, vinte e cinco  séculos atrás.
Há milênios o pensador nos impulsiona num revoar de reflexões, nunca velhas, nunca ultrapassadas. E ainda há aqueles que não  aprenderam.
Apreciadores de mordomias vivem muito bem o presente, mas desprezam o passado e as histórias  de bons exemplos.
Quando olho a situação da segurança pública do Paraná, me assusto, cada dia mais, com o  que infelizmente vejo, ouço e sinto.
Vejo a manipulação do marketing que mente, maquia, ilude.
Vejo a polícia imobilizada seguindo modelos ultrapassados, que acaba por não conseguir prestar  seu serviço de forma democrática e eficaz.
Vejo que a segurança pública precisa ser discutida por quem a entende e por pessoas abertas  ao diálogo com a população, que compreendam a exclusão social e os fatores que geram a violência. É necessário aproximar o policial do cidadão.
Não se pode perder de vista que a questão da segurança encontra-se  diretamente relacionada à oferta e qualidade de emprego, moradia, saneamento, asfalto, saúde, educação e, especialmente, à valorização e reconhecimento da corporação que defende a população. Por esta razão, é necessário garantir-lhes condições dignas de trabalho.
Almejo como todos a viabilização de uma polícia cidadã e efetivamente parte e perto do povo. Uma polícia de todos, do Abranches ao Tatuquara, de Paranaguá à Foz do Iguaçu, de General Carneiro  à Jardim Olinda. A polícia da mobilidade e do movimento, cotidianamente ao lado da população, trazendo o Estado para os caminhos do equilíbrio e do pacto pela paz.
Idealizo, ainda, uma segurança pública de diálogo franco, sincero e objetivo, envolvendo todos  os setores da sociedade na busca por soluções que diminuam o conflito de classes, a miséria e a falta de perspectiva que geram a violência e abrem as porteiras para a criminalidade.
Gostaria de ver em franco funcionamento uma polícia da democracia e da eficiência, de porta  em porta, do atendimento imediato por celular na mão do policial militar. É necessário que o policial seja valorizado e humanizado, devidamente armado, orgulhoso por pertencer a corporação, sustentado moralmente por um governo forte e corajoso que lhe ampara na luta contra o crime, com salários em dia, embarcado em viaturas abastecidas e bem mantidas, alimentado e, podendo contar com os animais da corporação, pronto para o combate.
A polícia pode, conforme já ocorreu no passado, estar de fato perto do povo e por ele trabalhar, a exemplo do que outrora ocorreu no bairro Zumbi dos Palmares, em Colombo, onde  havia patrulhamento ostensivo, asfalto novo, moradia digna, mercearia abastecida, cidadão feliz vez que longe da enchente e do barraco de lata, o qual podia sorrir com dignidade. Antes um bairro violento e abandonado, ganhou nova vida. Este é um exemplo de uma mudança para a construção de um Estado melhor e é a prova de que, quando existe vontade política, vidas podem ser transformadas.
O exemplo acima mencionado é a prova de que é possível se levar urbanização, saúde e estímulo a todos os cantos, fazendo renascer a honra de ser paranaense e pertencer a uma comunidade cheia de dignidade e com espaço para o crescimento e o desenvolvimento  sustentável.
Assim, seguindo os bons trilhos já percorridos no passado, espero que o futuro, nos reserve o desenvolvimento e o dinamismo honesto e sincero que nos estimula e faz  crescer.
Deste modo, eu, assim como todo o povo, sonho com um governo humilde, verdadeiro, democrático, reto, dinâmico e comprometido com a realidade da população e que por ela trabalhe, trazendo segurança plena e promovendo a verdadeira justiça  social.
*Requião Filho é advogado, especialista em políticas públicas, escreve às quintas no Blog do Esmael.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Estou de Volta.

Infelizmente para nós barbosenses, as razões que me fazem retornar a escrever sobre política municipal não são boas para nós.
O caos chegou mais cedo que o esperado, e irei usar as palavras do "prefeito de direito", Gilson Cassol: "não temos dinheiro".
Citarei alguns exemplos da prova da "incompetência administrativa": Na edição número 5 de meu informativo, publiquei o horário, local e professor de ONZE modalidades de aulas e treinamento esportivos. Acompanhei  a elaboração do Projeto pelo Diretor de Esportes, que a cada passo consultava o "prefeito de fato" e o "prefeito de direito", e com a anuência de ambos, o Projeto foi para licitação, após receber TODOS os pareceres favoráveis. Houve a Licitação, a contratação da empresa vencedora e, PASMEM, o Projeto nem se iniciou por "Falta de dinheiro", e foi CANCELADO.(mas, pagaram a empresa o primeiro mês).
O município está suspenso por DOIS anos, mais multa, por ter feito a inscrição em jogos e não comparecido.
Segundo o Gilson, aqueles remédios que não estão disponíveis na Farmácia, mas, necessários para pessoas carentes, também não estão oferecendo, mas, isto não tem afastado-o do hospital, pois, até regando o jardim, construído pela nova diretora, ele tem feito.
Mas, acabar com a "orgia" do uso indiscriminado da frota pública, onde o que se vê são servidores "passeando" com os carros, e, AINDA insistindo em pagar a revelia da Lei, GRATIFICAÇÕES aos nomeados,  "amigos do Rei", como a contratação (sem critério) de estagiários. Isto, NEM PENSAR.
O outro assunto grave é a cobrança do IPTU e outras TAXAS, mas falaremos disto em outro artigo.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Para Os Contra ...

Copa no Brasil injeta R$ 30 bi na economia; velha mídia perde mais essa

14 JUL 2014 - 13:44
Mundial de 2014 confirma sucesso e vai injetar R$ 30 bilhões na economia, segundo estimativa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para o governo; valor equivale a cerca de 0,6% do Produto Interno Bruto brasileiro; mas para o banco Itaú, presidido por Roberto Setubal, impacto do torneio deve ir além e incrementar o PIB entre 1% e 1,5% - efeito que começou em 2011, com o início das obras, que geraram emprego e renda no país; foram cerca de 1 milhão de postos de trabalho abertos, o equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo Dilma Rousseff; velha mídia perdeu mais essa batalha contra o país.
Mundial de 2014 confirma sucesso e vai injetar R$ 30 bilhões na economia, segundo estimativa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas)  para o governo; valor equivale a cerca de 0,6% do Produto Interno Bruto brasileiro; mas para o banco Itaú, presidido por Roberto Setubal, impacto do torneio deve ir além e incrementar o PIB entre 1% e 1,5% – efeito que começou em 2011, com o início das obras, que geraram emprego e renda no país; foram cerca de 1 milhão de postos de trabalho abertos, o equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo Dilma Rousseff; velha mídia perdeu mais essa batalha contra o país.
A Copa do Mundo no Brasil terminou ontem com sucesso nos gramados e fora de campo com  uma estimativa de R$ 30 bilhões que devem ser injetados na economia, segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para o governo. Resultado equivale a cerca de 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
A projeção foi feita a partir de um estudo sobre o impacto econômico da Copa das Confederações, realizada em junho de 2013 nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. De acordo com a pesquisa, o torneio do ano passado adicionou R$ 9,7 bilhões ao  PIB brasileiro.
Entre as entidades consultadas pela pesquisa, o banco Itaú prevê que o torneio deve  incrementar o PIB entre 1% e 1,5% –efeito que começou em 2011, com o início das obras, que geraram emprego e renda no país. A estimativa é baseada no que ocorreu em outros países que sediaram o evento desde 1982.
A Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 também deve gerar cerca de 1 milhão de empregos no país,  o que equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo da presidenta Dilma Rousseff. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vicente Neto, trata-se de um número “extremamente significativo que nós estamos comemorando neste momento. É um legado humano extraordinário”, disse.

domingo, 13 de julho de 2014

É Por Ai ... Dois.

Que somos um pais com problemas, claro que sim, e enormes problemas, até porque temos dimensões continentais. Mas, o quadro que se mostra nos dá poucas opções, e, a nós brasileiros, muitas vezes não votamos no melhor, mas, no "menos ruim".
Já vivemos a desastrada experiência de votar no "Salvador da Pátria", (Collor) candidato da grande mídia, mas sem base partidária,(não terminou o mandato), isto elimina o Eduardo Campos.
A política econômica do PSDB do Aécio Neves já conhecemos de passado recente, nenhum brasileiro tem saudade, foi recessão, inflação, dilapidação do patrimônio público, arrocho salarial, submissão e dependência do FMI. É verdade que o Aécio não é o FHC, mas isto só piora para os brasileiros.
Existem problemas que não foram atacados nestes doze anos de PT, sim, muitos, mas que melhoramos, isto ninguém pode negar. 
Embora muitos tenham "preconceitos" contra o Partido, as conquistas obtidas para os brasileiros foram algo nunca feito, principalmente na questão da EDUCAÇÃO.
A falta de conhecimento político leva os brasileiros a criticarem somente o Executivo, MAS, no Brasil, o problema está no Congresso e em nossos políticos, estes, verdadeiros inimigos do povo. 
Desde Getúlio, João Goulart, Jânio Quadros, Collor, FHC, Lula e Dilma, todos são vítimas deste Congresso, o "Custo Brasil" é enorme, pois o Executivo TEM que atender os interesses destes "parasitas da Nação". É contra eles que devemos nos mobilizar e o primeiro passo a Dilma já deu (Decreto 8.243), mas devemos cobrar e propormos mudanças, indiferente do meio (pode ser via Congresso, Emenda Popular, ou por mobilização, mas, embora seja um democrata por conceito, é desumano o custo deste sistema para o povo brasileiro.

É Por Ai.

Coluna do Rocha Loures: A Copa que precisamos ganhar é  outra

13 JUL 2014 -
Rodrigo da Rocha Loures, em sua coluna de estreia, neste domingo, analisa a derrota da seleção brasileira na Copa; ele cita Tostão dizendo que “é preciso reformular conceitos e diminuir a promíscua troca de favores, uma praga nacional que assola o futebol e o país” para logo em seguida afirmar que o Brasil, com seu interminável potencial, não é capaz de produzir políticas e práticas que produzam resultados desejados. “Nossa cultura, ou seja, o jeito brasileiro de fazer as coisas, esgotou sua capacidade de acompanhar o movimento global de competição. A Copa que precisamos ganhar é outra. É a do empreendedorismo”; leia o texto e compartilhe.
Rodrigo da Rocha Loures, em sua coluna de estreia, neste domingo, analisa a derrota da seleção brasileira na Copa; ele cita Tostão dizendo que “é preciso reformular conceitos e diminuir a promíscua troca de favores, uma praga nacional que assola o futebol e o país” para logo em seguida afirmar que o Brasil, com seu interminável potencial, não é capaz de produzir políticas e práticas que produzam resultados desejados. “Nossa cultura, ou seja, o jeito brasileiro de fazer as coisas, esgotou sua capacidade de acompanhar o movimento global de competição. A Copa que precisamos ganhar é outra. É a do empreendedorismo”; leia o texto e  compartilhe.
Rodrigo da Rocha Loures*
O fracasso do Brasil na Copa do Mundo provocou uma busca imediata por explicações para  o desastroso resultado assim que soou o apito final da partida.
O caminho mais fácil nessas ocasiões é procurar um único culpado, um bode expiatório que carregue toda a responsabilidade pelo projeto naufragado. Mas esta saída,  apesar de apaziguar os primeiros sentimentos de revolta, não resiste às reflexões mais aprofundadas.
A derrota de contornos trágicos sofrida pela seleção na Copa é mais um apagão da série que aflige o Brasil: energia, água, saúde, mobilidade urbana, violência, má qualidade do ensino público, desindustrialização, desequilíbrio na balança de pagamentos, estagnação  etc.
Mas o que está no cerne dessa falência múltipla de órgãos?
Como escreveu Tostão, “é preciso reformular conceitos e diminuir a promíscua troca de favores, uma praga nacional que assola o futebol e o país” .
O Brasil, com seu interminável potencial, não é capaz de produzir políticas e práticas que produzam resultados desejados. Nossa cultura, ou seja, o jeito brasileiro de fazer as coisas, esgotou  sua capacidade de acompanhar o movimento global de competição.
É urgente uma mobilização para mudanças de atitude, curso e formas de operação no Brasil. Sugiro aproveitarmos o período eleitoral para nos focarmos na defesa de mudanças fundamentais, em três eixos: segurança jurídica; cultura e educação empreendedora; e  ambiente regulatório.
Para a retomada dos investimentos: reduzir a insegurança jurídica em todos os níveis, em particular  no sistema tributário.
Para o bem estar social: promover a educação empreendedora, como item fundamental na educação de base e no  ensino superior.
Para uma base de inovação sustentável: promover programas voltados para a cultura empreendedora, reduzir a burocracia para abertura e manutenção de empresas e criar mecanismos para possibilitar investimentos em empresas  nascentes.
A Copa que precisamos ganhar é outra. É a do empreendedorismo.
*Rodrigo da Rocha Loures é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade – IBQP e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná –  Fiep (2003/2011). Escreve nos domingos.